Eu honestamente amei o estilo narrativo desse jogo, a história é cativante e não só mais uma com heróis genéricos ou algo do tipo - o que não me agradou no entanto, é o estilo que eles decidiram impôr ao jogo. - Os quick times events praticamente não afetam nada no jogo, se você errar, você ainda sim vai prosseguir na campanha, o que tira o suspense de errar. - O jogo conta apenas com duas missões de plataformaer, e eu honestamente gostei, tanto do tutorial como do começo na equipe-Z, contudo, poderiam deixar a campanha como foco e optar por um modo somente de plataforma, onde teria a campanha (o foco) e esse novo modo, o que deixaria o jogo ainda mais interessante para quem está hypado para jogar. - O último ponto que não me agrada ao jogo é o lançamento de episódio por semanas, apesar de estar ansioso pro próximo, poderiam liberar o jogo já completo, não que seja algo que eu esteja odiando, apenas que muitos jogadores não gostaram desse tipo de lançamento, mas graças a Deus não é igual a Telltale que simplesmente lançava por meses. Tirando tudo isso, eu amei o jogo, apesar de na data atual terem apenas dois episódios, o estilo narrativo me prendeu, o tipo de história que dá muitas esperanças, apesar dos pontos negativos ainda se tem os bons, e eu espero realmente que não acabem com o jogo e que apliquem um quick time event que realmente afete na gameplay, assim como um modo somente pra plataformaer, o que seria divertido, não focando apenas na gameplay. Nota; 7/10 (poderia ser um 9 caso o jogo estivesse completo)
Quanto ao jogo em si (multiplayer), é sem dúvida o melhor Battlefield desde os tempos de glória da franquia. A "nova" desenvolvedora finalmente entendeu que não precisava reinventar a roda: bastava fazer ela girar direito. E girou. Eles pegaram o melhor dos títulos anteriores e temperaram com algumas ideias novas que, dessa vez, realmente funcionam. A mecânica de não depender mais de players caridosos distribuindo munição a todo instante, foi uma bênção moderna; agora o ritmo das partidas é constante e o jogador não se sente refém da boa vontade alheia. A escolha de manter a possibilidade de arrastar um aliado caído para a cobertura e revivê-lo com segurança deve ser aplaudida, pois, dá um toque tático e dramático especial durante o combate... algo entre heroísmo e desespero, dependendo da situação. As classes ganharam novos papéis na batalha, o que ficou muito interessante. As progressões de armas estão mais diretas e satisfatórias, com desbloqueios por patente e um equilíbrio que faz sentido (a opção de armas restritas fica a escolha do jogador). O som é outro ponto altíssimo: tiros, explosões e passos ecoam de forma precisa e reveladora: você realmente sabe de onde vieram os projéteis que quase te transformaram em peneira. A ambientação é imersiva e viva, às vezes tão viva que dá até pena de destruir tudo... só que não... kkk Os indicadores visuais como de granadas, por exemplo, são tão eficientes, que por vezes impedirá que você se torne confete. Agora, o modo campanha… Esse só existe pra dizer que está lá. Nada grandioso ou incrível (e pra dizer a verdade, quase ninguém se importa). Notei alguns problemas de dublagem, tanto técnica como nas entonações artificiais, mas nada que faça você querer furar os ouvidos. No fim das contas, Battlefield 6 é aquele reencontro com um velho amigo que finalmente amadureceu e manteve o bom humor. Um verdadeiro retorno às origens, com o toque de modernidade que a série tanto precisava.